USO DE FUNGO DA PODRIDÃO BRANCA NA BIODEGRADAÇÃO DE CORANTE TÊXTIL EM REATOR EM BATELADAS SEQUENCIAIS

Marcus Vinícius Freire Andrade, André Leite, Helison de Oliveira Máximo, Carlos Ronald Pessoa Wanderley, Glória Maria Marinho Silva, Kelly Rodrigues

Resumen


Foi avaliada a aplicação de biomassa imobilizada de Phanerochaete chrysosporium na remoção de Vermelho do Congo (20 mg/L) em reator em bateladas sequenciais, em ciclos de 48 h, na presença de glicose, adicionada ao meio nas concentrações de 5 g/L (Etapa I) e 1 g/L (Etapa II). Registraram-se remoções médias de 86% e 97% de corante, respectivamente, nas Etapas I e II em relação ao cromóforo; e remoção média de matéria orgânica de 56% (Etapa I) e 76% (Etapa II). Houve formação de subprodutos e dificuldade de ruptura da molécula do corante, particularmente, no comprimento de onda referente ao benzeno, verificando-se ainda maior produção da enzima manganês-peroxidase na presença de concentração baixa de glicose (1 g/L). Foi obtida remoção média de 83% e 65% para amônia e 74%, e 56% para nitrato, respectivos às Etapas I e II. A população de fungos predominou no biofilme ao longo de todo o experimento e mostrou-se viável quanto à remoção de cor, sendo necessário o estudo de estratégias que promovam a maior mineralização do corante.

Palavras-chave: cossubstrato, enzimas lignolíticas, inibição enzimática, Phanerochaete chrysosporium, reator em
bateladas sequenciais, vermelho do congo.

 


Palabras clave


cossubstrato, enzimas lignolíticas, inibição enzimática, Phanerochaete chrysosporium, reator em bateladas sequenciais, vermelho do congo.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.22201/iingen.0718378xe.2015.8.3.51639