Approach to Literary Science Communication Texts in the Development of a Teaching Sequence on the Periodic Law of Chemical Elements

Main Article Content

Arcenira Resende Lopes Targino
Marcelo Giordan

Abstract

Within the field of chemistry education, numerous studies highlight the need to develop teaching strategies that integrate chemical knowledge with other areas of culture from an interdisciplinary perspective. In this context, science communication materials, including literary texts, can contribute by promoting the problematization of scientific knowledge in articulation with sociocultural aspects. The aim of this study is to analyze the contributions of literary science communication texts to chemistry education, in conjunction with other instructional resources. To this end, a teaching sequence grounded in the Topological Teaching Model was designed and implemented, entitled Chemical Elements in Nature and Society: the Socioenvironmental Disaster of the Rio Doce. This sequence was applied to first-year upper secondary education classes in two public schools in the city of São Paulo. The results indicate that the narrative contexts present in the literary works make explicit the relationships between chemistry and economic, historical, political, social and cultural aspects. In addition, discursive interactions were identified that suggest specific forms of adaptation of science communication discourse to the school context, related to the instructional purpose of explanation and to multimodal retextualization processes.

Article Details

Citas en Dimensions Service

References

Autor 1, & Autor 2. (2017). Sequência didática “Elementos químicos na natureza e na sociedade: o desastre socioambiental do Rio Doce”.

Autor 1, & Autor 2. (2017). Material do aluno da sequência didática “Elementos químicos na natureza e na sociedade: o desastre socioambiental do Rio Doce”.

Agência Nacional de Águas. (2016). Encarte especial sobre a Bacia do Rio Doce: Rompimento da barragem em Mariana (MG). Superintendência de Planejamento de Recursos Hídricos, Ministério do Meio Ambiente. https://arquivos.ana.gov.br/RioDoce/EncarteRioDoce_22_03_2016v2.pdf

Araújo, E. R., & Fernandes, F. R. C. (2016). Mineração no Brasil: crescimento econômico e conflitos ambientais. En P. E. Guimarães & J. D. Pérez Cebada (Orgs.), Conflitos ambientais na indústria mineira e metalúrgica: o passado e o presente (pp. 65–68). CICP – Centro de Investigação em Ciência Política; CETEM – Centro de Tecnologia Mineral.

Brasil. (2018). Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação. http://download.basenacionalcomum.mec.gov.br/

Carvalho, I. C. M. (2012). Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. Cortez.

Giordan, M., & Gomes, S. G. (2024). O papel do problema nas questões sociocientíficas e na dinâmica discursiva da sala de aula. Pesquisa em Educação em Ciências, 26, 1–24. https://www.scielo.br/j/epec/a/ZMyCjKvGB5ZHWbw8p6HJ6ZC/

Jardim, W. F. (2015, 23 de novembro). O desastre de Mariana é o retrato do Brasil. Consultado em 3 de março de 2024. http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2015/11/23/artigo-o-desastre-de-mariana-e-o-retrato-do-brasil

Lima, G. S., & Giordan, M. (2014). Entre o esclarecimento e a indústria cultural: reflexões sobre a divulgação do conhecimento científico. En D. Tavares & R. Rezende (Eds.), Mídias e divulgação científica: desafios e experimentações em meio à popularização da ciência (pp. 12–32). Ciências e Cognição.

Lima, G. S., & Giordan, M. (2015). A divulgação científica em sala de aula: aportes do planejamento de ensino entre professores de Ciências. En M. Giordan & M. B. Cunha (Eds.), Divulgação científica na sala de aula: perspectivas e possibilidades (pp. 285–306). Editora Unijuí.

Lopes, L. M. N. (2016). O rompimento da barragem de Mariana e seus impactos socioambientais. Sinapse Múltipla, 5(5), 1–14. https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/Uv8AgGFVMmAyjmGZyHKwgdyZgTPfR4HARUXAxGdW4nhBUGJRAp6hAkyqDrtE/geo8-24und05-o-rompimento-da-barragem-de-mariana-e-seus-impactos-socioambientais.pdf

Maceno, N. G., & Giordan, M. (2024). Evaluación multimodal en la enseñanza de la química. Educación Química, 35(2), 119–137. https://www.revistas.unam.mx/index.php/req/article/view/85993

Machado, I., & Figueirôa, S. F. (2020). História da mineração brasileira. CRV.

Marcuschi, L. A. (2007). Da fala para a escrita: atividades de retextualização (7.ª ed.). Cortez.

Martínez-Pérez, L. F., & Parga Lozano, D. L. (2013). La emergencia de las cuestiones sociocientíficas en el enfoque CTSA. Góndola, Enseñanza y Aprendizaje de las Ciencias, 8(1), 23–35. https://doi.org/10.14483/23464712.5021

Mehan, H. (1979). Learning lessons: social organization in the classroom. Harvard University Press.

Mercer, N. (2004). Sociocultural discourse analysis: analysing classroom talk as a social mode of thinking. Journal of Applied Linguistics, 1(2), 137–168. https://doi.org/10.1558/japl.2004.1.2.137

Milaré, T., & Alves Filho, J. P. (2010). Do ensino disciplinar à formação interdisciplinar da cidadania no Ensino de Ciências. Educación Química, 21(1), 53–59. https://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0187-893X2010000100008

Mortimer, E. F., Quadros, A. L., Silva, A. C. A., Sá, E. F., Moro, L., Silva, P. S., Martins, R. F. & Pereira, R. R. (2014). Interações entre modos semióticos e a construção de significados em aulas de ensino superior. Revista Ensaio, 16(3), 121–145. https://www.scielo.br/j/epec/a/xSNBnZTkvDmTtXbQBPVMfPB/

Mortimer, E. F., & Scott, P. (2002). Atividade nas salas de aula de Ciências: uma ferramenta sociocultural para analisar e planejar o ensino. Investigações em Ensino de Ciências, 7(3), 283–306. https://ienci.if.ufrgs.br/index.php/ienci/article/view/562/355

Pires, E. A. C., Costa, E. P. S., & Moreira, A. L. O. R. (2022). Abordagem CTS no Ensino de Ciências: o que dizem as publicações sobre a formação inicial docente para os anos iniciais do Ensino Fundamental. Investigações em Ensino de Ciências, 27(2), 176–196. https://doi.org/10.22600/1518-8795.ienci2022v27n2p176

Ribeiro, L. (2016, 13 de maio). Ribeirinhos ao longo do Rio Doce ainda sofrem efeitos da lama. Consultado em 3 de março de 2024. https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2016/05/13/interna_gerais,792194/ribeirinhos-ao-longo-do-rio-doce-ainda-sofrem-efeitos-do-mar-de-lama.shtml

Ricardo, E. C., & Zylberstajn, A. (2008). Os Parâmetros Curriculares Nacionais para as Ciências no Ensino Médio: uma análise a partir da visão de seus elaboradores. Investigações em Ensino de Ciências, 13(3), 257–274. https://ienci.if.ufrgs.br/index.php/ienci/article/view/442/260

Sánchez-Mora, M. del C., Cruz-Mena, J., & Sánchez Mora, A. M. (2024). En torno a la comunicación pública de la ciencia tocante a temas multidisciplinarios. Signo y Pensamiento, 43. https://doi.org/10.11144/Javeriana.syp43.etcp

Sánchez Mora, A. M. (2003). A divulgação da ciência como literatura (S. Perez Amato, Trad.). Casa da Ciência; Editora UFRJ.

Santos, W. L. P., & Mortimer, E. F. (2000). Uma análise dos pressupostos teóricos da abordagem C-T-S (Ciência–Tecnologia–Sociedade) no contexto da educação brasileira. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, 2(2), 110–132. https://doi.org/10.1590/1983-21172000020202

Zanon, L. B., & Maldaner, O. A. (2010). A Química escolar na inter-relação com outros campos do saber. En W. L. P. Santos & O. A. Maldaner (Eds.), Ensino de química em foco (pp. 101–130). Editora Unijuí.

Zanetic, J. (2006). Física e arte: uma ponte entre duas culturas. Pro-Posições, 17(1), 39–57. https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/proposic/article/view/8643654

Most read articles by the same author(s)